OMS desmente Trump e afirma não haver evidências de que paracetamol na gravidez tenha ligação com autismo
29/09/2025

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A organização afirmou, ainda, que todo medicamento deve ser usado com cautela na gravidez e recomendou que grávidas sigam os conselhos dos profissionais da saúde.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmou nesta quarta-feira (24) que não há evidências científicas conclusivas que liguem o uso de paracetamol durante a gravidez ao autismo. A declaração foi feita após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fazer esta relação.
A organização afirmou, ainda, que todo medicamento deve ser usado com cautela na gravidez e recomendou que grávidas sigam os conselhos dos profissionais da saúde.
"As causas exatas do autismo não foram estabelecidas, e entende-se que há múltiplos fatores que podem estar envolvidos", disse em nota.
Na última segunda-feira (22), Trump afirmou que o órgão que regula medicamentos e alimentos nos EUA, a FDA, notificará os médicos dos riscos do medicamento.
A Comissão Europeia afirmou nesta terça-feira (23) que não existem evidências científicas que relacionem o uso de paracetamol durante a gravidez ao risco de autismo.
Especialistas também confirmaram ao g1 que não há evidências científicas que comprovem esta relação de causa e efeito. (Veja abaixo).

























