Gravadoras tentam anular pagamento de R$ 175 milhões a herdeiros de João Gilberto
11/03/2024

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Ontem, empresas tiveram negado mandado de segurança para invalidar laudo pericial
O processo aberto em 1997 por João Gilberto, que morreu em 2019, contra a EMI Records teve ontem mais um capítulo.
O Tribunal Pleno do Órgão Especial do Rio negou mandado de segurança apresentado pela EMI e as empresas ligadas à Universal Music contra o laudo que obriga as gravadoras a pagar, veja só, R$ 175.784.675,20 ao espólio do músico João Gilberto e a P.I Participações.
É que a família do músico e a P.I apresentaram, no final de janeiro, ação para o cumprimento provisório da sentença. Ou seja: as gravadoras teriam 15 dias para pagar toda a condenação de restituição de valores sobre a obra de João. Um embargo, porém, suspendeu, por ora, a execução.
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